segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O Golpe

Acompanhado de uma belíssima mulher, o sujeito entrou na
joalheria e mandou que ela escolhesse a jóia que quisesse, sem
se preocupar com o preço.

Examina daqui, experimenta uma, depois outra, ela finalmente
decide por um colar de ouro com diamantes e rubis. Preço...
US$ 458 mil.

Ele manda embrulhar, saca um talão de cheques e começa
preencher. Assina, destaca e ao estendê-lo, percebe a
fisionomia constrangida e preocupada do vendedor examinando
o cheque. O cliente, então num gesto de gentleman, toma a
iniciativa:

- Vejo que você está pensando que o cheque pode não ter
fundos. É natural, eu também desconfiaria, afinal, uma quantia
tão grande...

- Tudo bem. Façamos o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco
já fechou. Você fica com o cheque e com a jóia. Na segunda-feira,
você vai ao banco, pega o dinheiro e manda entregar a jóia na casa
dela, ok?

Cheio de mesuras e agradecimentos pela compreensão o
vendedor encaminha o casal até a saída, desejando-lhes um
bom fim de semana.

Na segunda-feira, o vendedor ligou para o cliente para dizer-lhe
que, infelizmente, deve ter havido algum equívoco do banco,
mas o cheque não tinha fundos.

Ouviu, então, uma voz meio sonolenta:
- Sem problema. Pode rasgar o cheque. Eu já comi a mulher.

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